CEF completa 160 anos e entidades e movimentos populares intensificam a luta em defesa da Caixa 100% pública

A Caixa Econômica Federal (CEF) completa 160 anos de fundação nesta terça-feira ao mesmo tempo em que diversas entidades e movimentos populares  intensificam suas lutas contra o plano de privatização e  desmonte do banco que tem sido referência  fundamental para o desenvolvimento econômico, social e cultural do Brasil. Há muito tempo os governos de direita tentam privatizar a Caixa, mas é no governo ultraneoliberal e privatista de  Bolsonaro que o banco tem sofrido maiores ataques.  

A CEF tem protagonismo histórico  em várias áreas: econômica, ambiental, política, cultura,  alimentar e habitacional. É referência na operacionalização de várias políticas públicas de inclusão social, como o Bolsa Família e MCMV.  É o Banco mais estratégico do país, financia e realizada sonhos, como o da casa própria, e viabiliza projetos culturais , alavancando o desenvolvimento econômico do país.

Ao falar sobre a importância da CEF, o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Sérgio Takemoto, destaca o papel da instituição no pagamento do auxílio emergencial. “A Caixa garante as políticas públicas que atendem a população mais vulnerável do país. A crise do coronavírus mostrou que, se não fosse o banco público, ficaria inviável o pagamento do auxílio emergencial e de todos os outros programas sociais. Um contingente de 120 milhões de brasileiros foi atendido praticamente em tempo recorde. A lição aprendida dessa mobilização é a de que o Brasil precisa de um banco público forte, sólido e competitivo, capaz de dar conta tanto da concorrência privada quanto de suas responsabilidades sociais”, afirma Sérgio Takemoto, presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), em entrevista ao portal da instituição.

Ao lado da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), a Central de Movimentos Populares (CMP) e várias outras entidades dos movimentos populares têm feito frente ao projeto ultraneoliberal representado pelo presidente Jair Bolsonaro para a entrega de mais este patrimônio do povo brasileiro. O coordenador nacional da CMP  Raimundo Bonfim, afirma que “a CMP está nesta luta em defesa da Caixa 100% pública, em defesa de um banco popular que tenha os interesses da população acima dos interesses privados, acima dos interesses capitalistas.”

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