Heliópolis contra o Coronavírus

Publicação do Observatório de Olho na Quebrada, uma iniciativa da UNAS Heliópolis, traz os dados referentes ao impacto da COVID-19 em Heliópolis. A partir de uma pesquisa por formulário online, o Observatório identificou os casos (suspeitos e confirmados e óbitos pelo novo coronavírus. Leia aqui o documento completo!

Cesta Solidária COVID-19

Apoie a iniciativa aqui: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/cesta-solidaria-covid-19

Com o intuito de atender à necessidade básica de alimentos de famílias que se encontram em vulnerabilidade social no Tocantins, tendo em vista o impacto sócio econômico desencadeado pelo Covid-19. Contamos com vocês para arrecadação de cestas básicas com itens de alimentação, higiene e limpeza.

O projeto tem como foco inicial famílias que moram na cidade de Palmas – TO e se encontram em situação de extrema vulnerabilidade. Seu objetivo é mitigar os impactos secundários da pandemia de COVID-19 sobre estas populações.

O Instituto Verde Novo de Desenvolvimento Humano (https://institutoverdenovodh.com.br/) fará a compra e a distribuição das cestas básicas além do mapeamento das famílias carentes a serem beneficiadas. 

O Instituto Verde Novo de Desenvolvimento Humano é uma organização não governamental,  jurídica de direito privado sem fins lucrativos, constituída com a finalidade de melhorar a qualidade de vida da comunidade por meio da promoção, valorização das pessoas e grupos economicamente desfavorecidos, oferecendo a estes oportunidades para a capacitação profissional, geração de renda, recreação, arte, melhoria dos padrões culturais, proteção e desenvolvimento da criança, adolescente, adultos e idosos, bem como a melhoria do padrão habitacional assim como à ascensão social, fomentando o convívio, a fraternidade humana, o sentido e a ação comunitária, a participação e a integração social. com sede em de Palmas – TO. O Instituto conta com a parceria da União dos Movimentos de Moradia Popular do Tocantins, União Nacional por Moradia Popular, Conselho Regional do Estado do Tocantins da Ordem dos Músicos do Brasil (OMB) e  Sindicato dos Músicos do Estado do Tocantins – SINDIMUSI-TO. Sabemos que o desafio é grande mas juntos podemos realizá-los, com a sua colaboração podemos levar alimentos aos mais necessitados.

COVID-19: ação dos movimentos, omissão dos governos

Confira o editorial da nova edição do Jornal da União, que pode ser acessado na íntegra aqui: http://www.unmp.org.br/2020/06/04/jornal-da-uniao-ed-7-2020/

Estamos já no terceiro mês de crise do Coronavírus e, infelizmente, a situação no Brasil só piora. A crise social, econômica, política e sanitária se aprofunda a cada dia, e aqueles que deveriam agir para solucioná-la fazem o contrário: a tornam ainda mais profunda. Os governos não atuam de forma coordenada para diminuir a curva de propagação da COVID-19 e para garantir condições dignas de vida à população brasileira. A reunião ministerial de 22 de abril foi mais um exemplo disso: revelou um governo federal apenas preocupado com sua própria sobrevivência, com uma agenda de desmonte dos direitos, em um trágico compromisso com a morte, em prejuízo de toda população brasileira. 

O presidente Bolsonaro e seus ministros, em meio ao grande aumento do número de mortes no país, ao invés de debaterem ações concretas para diminuir os efeitos da crise, preferiram atacar adversários e planejar mais retirada de direitos. Mais graves do que qualquer palavrão foram os discursos contra os trabalhadores/as, contra a proteção ambiental e o serviço público de uma maneira geral. 

Isso mostra para toda a sociedade a importância de se organizar para lutar no contexto pós-pandemia. A tendência é de mais violação de direitos, e somente com grandes mobilizações nas ruas vamos reverter esse processo. 

Felizmente, a sociedade civil brasileira não está parada. Assim como a União dos Movimentos de Moradia, milhares de organizações, associações de classe, sindicatos, partidos de esquerda e universidades estão unidos para defender uma política que promova o bem-estar e não a morte. Os movimentos populares seguem engajados na campanha contra a COVID-19, com a permanente denúncia das violações de direitos, ações de solidariedade e luta. 

Estamos em ação! Somente nós da União dos Movimentos de Moradia já distribuímos mais de 50 mil cestas básicas na cidade de São Paulo, denunciamos a falta de água e saneamento nas favelas e ocupações, defendemos comunidades de reintegrações de posse e mostramos cotidianamente que uma outra política é possível pós-pandemia. O caminho do bem-estar é a efetivação de direitos, só conquistada com a luta. Por isso, te convidamos a estar ainda mais junto de nós: pela solidariedade, pela ação coletiva, vamos tornar este país democrático e popular. 

Pernambuco: movimentos realizam ato para denunciar a ausência do governo do estado no contexto da COVID-19

O MTST-Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, OLMD- Organização e luta por Moradia Digna em Pernambuco, o MLST-Movimento de Liberdade Sem Teto, MLM- Movimento de Luta pela Moradia em Pernambuco, MSI- Movimento Sem Teto Independente, MLTM-Movimento de Luta dos Trabalhadores por Moradia – filiados à União Nacional por Moradia Popular (UNMP-PE), realizaram, nesta quarta 03/06/2020, um ato para denunciar a ausência do Governo do Estado nos municípios de Recife, Olinda, Cabo de Santo Agostinho, Ipojuca, Bezerros, Gravata, Caruaru, Santa Cruz e Igapó.

A ação se deu pela falta de medidas emergenciais, dado que até o momento não foram adotadas para as famílias que participam dos movimentos.

Diante da crise sanitária e econômica, nossas Famílias tiverem que se expor para poderem ser atendidas. Após o ato, foi marcada uma agenda na Secretaria de Desenvolvimento Social. O Secretário Sileno Guedes atendeu as lideranças que representam essas famílias.

Confira mais informações na reportagem disponível neste link:http://www.unmp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/reportagem-unmppe.mp4

União Nacional por Moradia Popular de Pernambuco

União dos Movimentos de Moradia completa 50 mil cestas básicas distribuídas em São Paulo

Nesta sexta-feira (5/6), a União dos Movimentos de Moradia de São Paulo (UMM-SP) completa 50 mil cestas básicas de alimentos e materiais de higiene distribuídas nas favelas, ocupações, cortiços e mutirões autogestionários da capital paulista. Desde que teve início o processo de distanciamento físico, a UMM-SP se mobiliza para garantir condições mínimas para as pessoas conseguirem ficar em casa. Além disso, entendemos que, pra ficar em casa, é preciso que as famílias tenham uma moradia digna, de modo que a crise traz de volta ao centro do debate público a necessidade de se investir em uma política habitacional com participação popular.

A UMM realiza um trabalho permanente de identificação das regiões e famílias mais vulneráveis, para que as doações cheguem a quem mais precisa. Outro trabalho que demos início foi a mobilização de 28 costureiras para a confecção de máscaras, divididas em 2 grupos – Sul e Leste. Costuramos até o momento mais de 8 mil máscaras, e já estamos trabalhando para produzir mais 20 mil. As máscaras foram distribuídas junto aos grupos que estão fazendo a distribuição de doações.

O trabalho de arrecadação e distribuição de cestas continuará por toda a capital e outras cidades do estado de São Paulo. Estamos em ação em diversos municípios do Estado: Ribeirão Preto, Santos, Osasco, Suzano e Carapicuíba, dentre outros. Daremos também continuidade às denúncias de violações de direitos, como ameaças de despejo e cortes no fornecimento de serviços essenciais, como água e luz.

Você pode ajudar nas próximas ações de solidariedade! Contribua com a nossa vaquinha on-line: http://vaka.me/974021

Central de Movimentos Populares intensifica solidariedade no Pará

Nesta quarta-feira (3/6), a Central de Movimentos Populares do Pará (CMP-PA) intensificou as ações de solidariedade a famílias moradoras nas proximidades do Rio Murucutú, na ilha do Combú, em Belém (PA), com a distribuição de cestas com alimentos, kits de higiene e limpeza, além de máscaras de proteção. A meta é, até o final de junho, distribuir 6 mil cestas.

O mutirão de solidariedade também tem espaço para palestras com orientações para prevenir a contaminação pelo coronavírus, além de assistência bucal, feita em parceria com médicos e agentes de saúde.
As ações integram a Campanha COVID 19: SOLIDARIEDADE NA AMAZÔNIA, uma iniciativa da Central de Movimentos, destinada a atender famílias de comunidades ribeirinhas, quilombolas, indígenas e das periferias das cidades que estão passando por dificuldades financeiras devido à pandemia do coronavírus, à crise econômica e o desemprego.

Apoie a iniciativa neste link: https://benfeitoria.com/redesolidariaamazonia

“As ações visam diminuir os efeitos econômicos e sociais provocados pela Covid-19, agravados pela conduta omissiva e genocida do governo Bolsonaro”, afirma Paulo Cohen, da direção nacional da CMP.
No Pará, a CMP conta com as parcerias da Ação da Cidadania, Cruz Vermelha, Fundação Esperança e de diversos parceiros dos movimentos sociais do estado, como o MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens) e a CUT (Central Única dos Trabalhadores).

Movimentos populares atuam em Suzano-SP contra os efeitos da COVID-19

A Central Pró Moradia Suzanense (CEMOS), entidade filiada à Central de Movimentos Populares (CMP) e à União dos Movimentos de Moradia de São Paulo (UMM-SP), está na linha de frente das ações de solidariedade na cidade de Suzano (SP), onde está sediada, e demais cidades que compõem a região do Alto do Tietê.

A CEMOS compõe o comitê “Ação Popular em Suzano” e está participando de duas campanhas: “Movimentos Contra Covid-19” e “Mãos e Corações em Ação”. Juntas, as campanhas já distribuíram 800 cestas básicas, 590 kits de higiene, 250 marmitex na região para a população em situação de rua, além de máscaras, álcool em gel, roupas, leite em pó, berço para recém-nascidos, frutas, verduras e legumes.

Para Maria Aparecida Mattos, a Cida, da coordenação estadual da CMP-SP e uma das lideranças populares que coordenam a iniciativa, “as ações de solidariedade são importantes, pois ajudam famílias que estão com muita dificuldade financeira nessa pandemia da Covid-19. Em Suzano e na região Alto Tietê tem muita gente vivendo em absoluta pobreza, por isso nós da CMP estamos praticando esta ação de solidariedade, sem deixar, no entanto, de cobrar políticas públicas e a responsabilidade dos governos”, pontua Cida.

TO: Mulheres apostam na organização para enfrentar o desemprego e o Coronavírus

Em Palmas, capital de Tocantins, mulheres reforçaram a organização popular, e estão na linha de frente de iniciativas de economia solidária como forma de gerar renda, além de promover ações de solidariedade com vistas a apoiar famílias empobrecidas, afetadas ainda mais com a chegada do novo coronavírus.

A Associação de Mulheres em Ação de Palmas (AMAP), filiada à Central de Movimentos Populares (CMP/TO), desenvolve projetos de geração de emprego, renda e oficinas, sempre com base no princípio da economia solidária, ferramenta de combate ao capitalismo, concentrador de riqueza e de exploração dos trabalhadores e trabalhadoras.

Dentre as atividades desenvolvidas pela AMAP destacam-se o curso preparatório de alunos de escola pública do 9° ano, que atende de 350 a 400 alunos, preparando-os para ingressarem no Instituto Federal de Tocantins.; a escola de informática, que atende por dia uma média de 24 alunos; e a uma oficina de moda, que ensina o ofício de corte e costura e destina a produção de roupas para a venda em um bazar que funciona na própria sede da entidade. A renda adquirida com esta atividade é dividida entre as próprias costureiras, gerando uma fonte renda para elas.

Em tempos de pandemia da Covid-19, a AMAP dá continuidade às oficinas de aprendizagem para produzir itens de limpeza, como água sanitária e sabão líquido, para contribuir com a economia doméstica, evitando que as famílias precisem comprá-los no mercado. A entidade também tem produzido máscaras de proteção para doação, além de participar da campanha de recebimento e doação de cestas básicas, que estão sendo entregues às famílias que passam por dificuldades financeiras.

A AMAP foi fundada em 2006, sua presidenta é Francisca Lima Barros, carinhosamente chamada de Chiquinha. Mas o diminutivo contrasta com a gigante que é esta mulher lutadora e líder da AMAP, que hoje conta com 180 famílias cadastradas. Para Chiquinha, “todo esse trabalho e essas ações são fruto da organização e compromisso social e político com as mulheres trabalhadoras que já passavam por dificuldades financeiras, mas que agora se agravaram com a pandemia do coronavírus”.

As ações de solidariedade promovidas pela AMAP compõe a Campanha Covid-19: solidariedade na Amazônia, da Central de Movimentos Populares.

Fora Bolsonaro, combate ao fascismo e solidariedade são prioridades da CMP

A luta pelo fim do governo Bolsonaro e ações de solidariedade para mitigar os efeitos do novo coronavírus devem continuar sendo o foco principal da Central de Movimentos Populares (CMP) no próximo período. Em plenária virtual realizada no domingo (31), a CMP defendeu a necessidade de se intensificar a pressão para derrubar o governo Bolsonaro, somada às ações de solidariedade no âmbito da Campanha Movimentos Contra Covid-19. Para a CMP, além de afastar Bolsonaro e Mourão, o desafio é pôr fim ao projeto ultraneoliberal, de retiradas de direitos da classe trabalhadora, perda da soberania, privatizações e o desmonte de políticas públicas, como o Sistema Único de Saúde (SUS), entre outros.

A escolha do dia 31 maio foi simbólico para a realização da plenária da CMP, já que essa é a data do Dia Nacional de Luta por Políticas Públicas com Participação Popular. Com o tema “Direito à cidade em tempos de pandemia: movimentos populares e territórios resistem”, a reunião contou com a participação de 80 dirigentes da coordenação nacional da CMP e representantes de 17 estados onde a CMP está constituída – exceto o Rio Grande do Sul, que não participou da plenária -, além de convidados (as) de entidades parceiras.

Foram convidados para contribuir com o debate Celso Carvalho, ex-diretor do Ministério das Cidades (2004/14) e da coordenação do Projeto BrCidades; Natália Bonavides, deputada federal (PT-RN); e Sérgio Takemoto, presidente da Fenae (Federação das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal).

Contemplando as cinco regiões do país, 11 dirigentes também fizeram intervenções. Ao final, a plenária reafirmou a posição da CMP pelo Fora Bolsonaro (via anulação da eleição por fraude eleitoral, afastamento decorrente do inquérito do STF ou o impeachment), e deliberou intensificar a campanha pela taxação das grandes fortunas, seguir com a Campanha Movimentos Contra a Covid-19, com a continuidade das ações de solidariedade, além de aprofundar o tema da segurança alimentar e economia solitária, em face do desemprego e da fome que devem, infelizmente, aumentar muito por causa da profunda recessão econômica.

Combater sem trégua os governos BolsoDoria

No momento em que se realizava a plenária, a avenida Paulista, em São Paulo, era palco da ação truculenta da Polícia Militar de João Doria contra manifestantes que defendiam a democracia , ao mesmo tempo em que protegia fascistas que pregavam a volta do regime militar.

Na madrugada do mesmo domingo, representantes ultradireitistas, do chamado grupo “300 do Brasil”, que apoia Bolsonaro, fizeram manifestação em Brasília pelo fechamento do Congresso Nacional e do STF, munidos de tochas e símbolos usados pelo movimento pela supremacia branca de racistas americanos do Ku Klux Klan.

“Estamos no enfrentamento ao governo fascista de Doria, que desce o porrete em cima de quem defende a democracia e também contra o governo ultradireitista de Bolsonaro, que quer exterminar os trabalhadores e trabalhadoras. Mas isso não vai acontecer porque combateremos sem trégua até derrubar esse governo da burguesia, fascista, racista, misógino, homofóbico e totalmente anti povo”, garante Raimundo Bonfim.

Solidariedade em números

Só nesta semana, a CMP distribuiu 6.800 cestas básicas, mil máscaras de proteção, 4.500 marmitex e 500 kits de higiene e limpeza.
A “Campanha Movimentos Contra a Covid-19”, da qual a CMP também participa, desde que iniciou as ações de solidariedade especificamente voltadas para as pessoas com dificuldades, agravadas pela pandemia do coronavírus, já distribuiu, em todas as regiões do Brasil, 99 mil cestas básicas, o que corresponde a aproximadamente 2 mil de toneladas de alimentos, além de 27 mil marmitex, 9 mil máscaras de proteção feitas artesanalmente, além de produtos de limpeza e higiene pessoal.

Para fortalecer e contribuir com ações de solidariedade aos grupos vulneráveis, basta acessar: http://vaka.me/978192

Todas as propostas e iniciativas dos movimentos populares para combater a Covid-19, cobrar as responsabilidades do Estado, bem como os locais disponíveis de arrecadação e distribuição de produtos estão no site www. https://movimentoscontracovid19.com

CMP participa de ato em defesa da democracia e contra o fascismo e o racismo

A CMP participará da manifestação de rua, em defesa da democracia, antifascista e antirracista, convocada para esse domingo (7), às 14h, em frente ao MASP, na Avenida Paulista.

“Vamos respeitar o distanciamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), diferente de Bolsonaro, mas iremos às ruas em defesa da democracia e para combater o fascismo e o racismo, além de defender o afastamento do presidente da República”, afirma Raimundo Bonfim, liderança da favela Heliópolis e coordenador nacional da CMP.

A entidade está orientando que apenas pessoas fora dos grupos de ricos participem da manifestação e que todos usem máscaras de proteção, levem álcool em gel e mantenham distância de 1,5 metros uns dos outros.

Manifestação em defesa da democracia e contra o fascismo será no Largo da Batata

Diante do avanço do fascismo no país, dos constantes ataques do presidente Jair Bolsonaro à democracia e de sua política de morte, tanto pelo descaso com a COVID-19 quanto pela macroeconomia voltada aos interesses de uma minoria rentista, a Central de Movimentos Populares (CMP) também estará nas ruas neste domingo (7/6). Por causa de decisão judicial proferida no final da tarde dessa sexta-feira, proibindo a realização de atos na Avenida Paulista, nosso local de manifestação pró-democracia e contra o fascismo será no Largo da Batata, às 14h desse domingo (7).

A Central de Movimentos Populares (CMP), reitera a convocação de seus militantes que estejam fora do grupos de riscos a participarem da manifestação. “Vamos respeitar o distanciamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), diferente do presidente da República Jair Bolsonaro, “mas não será um decisão judicial que impedirá de nos manifestarmos na ruas, em defesa da democracia, combate o fascismo e ao racismo, além de defender o afastamento do presidente da República”, afirma Raimundo Bonfim, liderança da favela Heliópolis e coordenador nacional da CMP.

Orientamos que apenas pessoas fora dos grupos de ricos participem da manifestação e que todos usem máscaras de proteção, levem álcool em gel e mantenham distância de 1,5 metros uns dos outros.