Informativo popular: Direito à água em tempos de pandemia da COVID-19

O informativo popular Direito à água em tempos de pandemia da Covid-19 traz orientações e recomendações sobre o que pode ser feito para a população ter acesso à água tratada nesse momento emergencial, ao explicar o que é a doença da COVID-19 (novo Coronavírus) e como evitá-la.

No momento em que a doença COVID-19 atinge o mundo todo, a falta d’água é uma questão de vida ou morte. Lavar sempre e bem as mãos, ter mais cuidados com a limpeza das moradias, além de evitar o contato com outras pessoas, são as principais medidas para evitar a doença. No entanto, nas favelas, comunidades, ocupações, palafitas, “baixadas”, “grotões”, vilas, mocambos e “quebradas”, os moradores vivem um problema sério no dia a dia: a falta de saneamento e de água nas suas casas.

Em linguagem simples e direta, o informativo explica as principais dúvidas e aponta medidas que podem ser tomadas para garantir acesso à água de forma regular, em quantidade suficiente e com boa qualidade.

informativo foi organizado pelo ONDAS e escrito por técnicos da área de saneamento, pesquisadores, professores e lideranças de movimentos populares.Link para ter acesso ao Informativo:https://ondasbrasil.org/informativo-direito-a-agua-em-tempos-de-pandemia-da-covid-19/

JUÍZA DA 6ª VARA CÍVEL DE RIBEIRÃO PRETO-SP ATENDE PEDIDO DA DEFENSORIA PÚBLICA E SUSPENDE VISTORIA COM FORÇA POLICIAL NA OCUPAÇÃO CIDADE LOCOMOTIVA

Após intensa mobilização com grande repercussão nas redes sociais e centenas de manifestações de solidariedade e indignação, atendendo apelo dos moradores da Ocupação Cidade Locomotiva, junto à Defensoria Pública de Ribeirão Preto, a Juíza da 6ª Vara Cível, Ana Paula Franchito Cypriano determinou a suspensão perícia/vistoria e levantamento topográfico, inclusive com força policial agendada para  esta quarta-feira, dia 15/04/2020, na “Ocupação Cidade Locomotiva” situada na Rua Peru 2.400, em Ribeirão Preto/SP (Processo de Reintegração de Posse nº 1040273-19.2015.8.26.0506, movido pela empresa de Açúcar e Álcool – Coopersucar São Paulo).

A determinação de suspensão da medida, se deu após intensa mobilização social, ocorreu em função do Provimento Judicial 2545/2020, da condição de isolamento social, e do Estado de Calamidade Pública Municipal (Decreto nº 076 de 23 de março de 2020), devido à pandemia Covid-19.

A determinação é temporária por causa da conjuntura de momento, no entanto, a apreensão das famílias só terá fim, quando tiver o seu direito à moradia definitivamente garantido. Assim sendo, a luta contra a reintegração de posse continua. Lembramos que existem mais de 10 mil famílias ameaçadas de reintegração de posse na cidade de Ribeirão Preto.

A Ocupação Cidade Locomotiva, filiada à União dos Movimentos de Moradia de São Paulo, agradece todas as manifestações de solidariedade recebidas pelo direito à moradia e contra a reintegração de posse.  

Enquanto existir imóveis vazios e abandonados, que não cumprem a sua função social, ocupar é um dever!

Reforma Urbana, Já!

Ocupação Cidade Locomotiva

União dos Movimentos de Moradia da Grande São Paulo e Interior.

Juscilene Sena – Presidente da Associação – Fone 16- 98844-1427

Benedito Barbosa UMM ( Dito) –   Fone 11-97418-7161)

Mauro Freitas – Ass. Técnica –   Fone 16 – 9 92170751

Ribeirão Preto, 14 de abril de 2020

Pela terceira semana seguida, UMM-SP distribui milhares de cestas nas favelas e ocupações de São Paulo

+++ Você pode ajudar nas próximas! Contribua com a nossa vaquinha on-line: http://vaka.me/974021

Pela terceira semana seguida, a União dos Movimentos de Moradia de São Paulo (UMM-SP) promoveu ação social de distribuição de cestas básicas em regiões onde atua, com enfoque nas ocupações urbanas (de prédio e terra) favelas e mutirões autogestionários. Nesta terça 14/4, a partir das 11h, foram entregues 2400 cestas em todas as regiões da capital paulista (veja fotos abaixo). Na última semana, foram 1550. 

Além das cestas, foram distribuídos 5 mil exemplares da sexta edição do Jornal da União, que apresenta as principais reivindicações de políticas públicas urbanas voltadas a minorar os efeitos sociais e econômicos do Coronavírus. A edição pode ser acessada aqui!

Com uma atuação de mais de 30 anos nas periferias da cidade, a UMM está com um trabalho permanente de identificar as regiões e famílias mais vulneráveis, para que as doações cheguem em quem mais precisa. Nossas lideranças, que atuam em todas as regiões de São Paulo, estão em um intenso trabalho de levantamento de informações sobre as necessidades da população mais vulnerável, e a partir disso realiza esta ação de distribuição que visa minorar os efeitos econômico-sociais da propagação do COVID-19.

A iniciativa faz parte de um conjunto de ações dos movimentos populares urbanos para enfrentar os efeitos do COVID-19. Para além da solidariedade, precisamos seguir em luta para que o Estado cumpra seu papel, com a efetivação de políticas públicas que diminuam o impacto econômico-social no cotidiano das famílias, e uma completa mudança da política macroeconômica federal, que passe a ser orientada pelas necessidades das classes populares, e não pelos interesses do mercado financeiro. Para garantir saúde para toda a população, é fundamental, por exemplo, que todas as famílias tenham moradia digna e acesso a um sistema público de saúde universal e gratuito, de modo que junto a medidas como a “renda básica emergencial”, é preciso retomar políticas como o Minha Casa Minha Vida Entidades e derrubar a Emenda Constitucional 95. Também é preciso reforçar a luta pela função social da propriedade para que terrenos e prédios vazios possam abrigar quem não tem moradia.

Nosso trabalho de arrecadação e distribuição irá continuar nas próximas semanas e envolve a capital, a região metropolitana de São Paulo, o litoral e o Interior, pelas macrorregionais: Baixada Santista, ABC, Campinas, Americana, Sudoeste, Sertãozinho e Ribeirão Preto. Solicitamos que o apoio de toda sociedade fique ainda mais forte. Quem tiver condições de fazer uma doação, contribua com a nossa vaquinha on-line: http://vaka.me/974021

A UMM-SP

A UMM foi fundada em 1987 com o objetivo de articular e mobilizar os movimentos de moradia, lutar pelo direito à moradia, por reforma urbana e autogestão e assim resgatar a esperança do povo rumo a uma sociedade sem exclusão social. É uma articulação de movimentos que atuam na área de favelas, cortiços, sem-teto, mutirões ocupações e loteamentos. Sua atuação iniciou-se pela capital e Região Metropolitana e hoje atinge a outras regiões do estado. Sempre defendendo a proposta autogestionária, o direito à moradia e à cidade e a participação popular nas políticas públicas, a UMM organiza-se em torno desses princípios comuns que se traduzem em reivindicações, lutas concretas e propostas dirigidas ao poder público nas três esferas de governo. Nesse sentido, tem enfrentado as diferentes gestões, ao longo desse tempo, buscando a negociação e a ação propositiva, sem deixar de lado as ferramentas de luta e pressão do movimento popular. Desse trabalho, resulta a conquista de cerca de 30 mil moradias construídas em mutirão ao longo dessa caminhada, diversas favelas urbanizadas, prédios reformados para fins habitacionais, incidência na construção de programas e legislação habitacional, como o Minha Casa Minha Vida Entidades.

Conheça o belo exemplo de Beatriz Mendonça, que recebeu solidariedade e afirma: “acabei me contaminando por essa ação”

A comerciária Beatriz Mendonça vinha passando por dificuldade financeira, que foi agravada ainda mais pela pandemia do novo coronavírus. Ela perdeu o emprego no último dia 20 de março, mas foi contemplada com uma cesta básica viabilizada pelo Ceprocig (Centro de Promoção e Resgate a Cidadania Paulo VI), que é filiado à Central de Movimentos Populares.

Moradora do Parque Grajaú, bairro pobre do extremo sul da Capital, Bia, como é conhecida, de recebedora de solidariedade resolveu praticá-la.

Ela tem 50 anos, é casada, mãe de dois filhos e avó. Sensibilizada com a difícil situação por qual passam muitas famílias do bairro – especialmente os mais idosos – Bia, preocupada com a falta de máscara, não perdeu tempo. Costureira, logo pensou: como faço para aprender a fazer máscara para ajudar a quem precisa?

A costureira pegou sua máquina de costura que estava guardada, pesquisou no Youtube, assistiu ao vídeo várias vezes até aprender a fazer a máscara. A partir desse momento, Bia se juntou ao Ceprocig e à CMP na campanha dos movimentos populares contra a Covid-19. Com isso, o resultado da solidariedade e força de vontade de Bia, já renderam mais de 120 máscaras confeccionadas e distribuídas no bairro.

Pedimos para ela gravar um vídeo relatando sua experiência. E olha só o que ela afirmou: “fui contemplada por uma cesta e acabei me contaminando por essa ação”. Que bom! Fazemos um chamado para que milhares de pessoas façam como a Bia: para evitar o novo coranavírus, o remédio é se deixar contaminar pela solidariedade, participando da campanha “Movimentos Contra o Covid-19” e contribuindo com a vakinha Oline da CMP para ajudar os grupos mais vulneráveis – http://vaka.me/978192

Ouça o depoimento da Bia aqui.

DENÚNCIA URGENTE: JUSTIÇA DE RIBEIRÃO PRETO MANDA FAZER LEVANTAMENTO PARA REINTEGRAÇÃO DE POSSE NA OCUPAÇÃO DA CIDADE LOCOMOTIVA

A JUSTIÇA DE RIBEIRÃO PRETO-SP MANDOU FAZER LEVANTAMENTO, NO DIA 15/04/2020, PARA REINTEGRAÇÃO DE POSSE, NA OCUPAÇÃO DA CIDADE LOCOMOTIVA, COLOCANDO EM RISCO FAMÍLIAS POBRES EM MEIO A PANDEMIA DO CORONA VÍRUS.

No meio da Pandemia do Corona Vírus (Covid 19), as 370 famílias moradoras da OCUPAÇÃO CIDADE LOCOMOTIVA, FILIADA À UNIÃO DOS MOVIMENTOS DE MORADIA DE SP,  na cidade de Ribeirão Preto/SP, localizada na Rua Peru nº 2.400, nas proximidades do Aeroporto, na zona norte, além da ameaça iminente de reintegração de posse de uma enorme parte da Ocupação, vive neste momento mais um pesadelo. Por isso pedimos o apoio e a solidariedade de todos e todas, bem como, a urgente atuação das autoridades.

Neste dia 02 de março de 2020, os moradores da Ocupação foram surpreendidos com a visita de um Oficial de Justiça, trazendo um mandado da Juíza da 6ª. Vara Cível de Ribeirão Preto (veja o mandado de intimação aqui). Trata-se do processo de Reintegração de Posse nº 1040273-19.2015.8.26.0506, movido pela Coopersucar São Paulo.  

A referida Juíza determinou de forma absurda, que no dia 15 de abril de 2020, seja realizada uma vistoria e levantamento topográfico, inclusive com força policial, na área ocupada que a empresa Coopersucar reivindica, para construir um páteo de manobra ferroviária.

A área do conflito é de domínio da SPU-Superintendência do Patrimônio da União, é considerada não operacional, devendo ter destinação para moradia de interesse social, o que não está ocorrendo neste caso.

A Associação dos Moradores da Ocupação Cidade Locomotiva e a União dos Movimentos de Moradia de São Paulo, vêm a público denunciar o absurdo e a total inoportunidade da ação, considerando o estado de calamidade pública municipal decretada em função do Covid-19. Neste momento, pessoas estranhas adentrando a área e casas de moradores, provocando aglomerações, colocarão em risco de contágio, tanto os profissionais que realizarão o mandado,  como os próprios  moradores.

Esta denuncia está sendo encaminhada para as autoridades públicas competentes, em especial Defensoria Pública e o Ministério Público da área Habitação e Urbanismo  para que tomem urgentes providências pedindo de forma imediata a suspensão de tal medida judicial, em função da quarentena e das medidas de contenção e isolamento social, frente a pandemia, evitando assim mais riscos ou a ampliação do problema de saúde pública e do conflito social.

Contatos e Informações

Juscilene Sena – Presidente da Associação – Fone 16- 98844-1427

Benedito Barbosa  UMM ( Dito) –   Fone 11-97418-7161)

Mauro Freitas – Ass.Técnica –   Fone 9 92170751

Brasília-DF: CMP faz ação da campanha Movimentos populares contra o Covid-19

Nessa quinta-feira (9/4), a Central de Movimentos Populares-DF (CMP) promoveu, na Estrutural, em Brasília-DF, uma ação de solidariedade às famílias que estão enfrentando dificuldades financeiras por causa da pandemia do coronavírus. As liderança da CMP distribuíram 30 cestas básicas, e também foram viabilizados 10 botijões de gás, devido à crise de abastecimento. A ação é resultado da arrecadação de recursos organizada por lideranças da CMP- DF. A iniciativa faz de uma campanha nacional promovida pela CMP, denominada de “Movimentos populares Contra o Covid-19”, com o objetivo de arrecadação e distribuição de alimentos e materiais de higiene e limpeza, para mitigar os efeitos econômicos provocados pelo Coronavírus, que afeta especialmente as pessoas empobrecida e desempregadas. Confira as imagens da ação abaixo.


União dos Movimentos de Moradia entrega 1550 cestas básicas nas periferias de São Paulo nesta terça

+++ Você pode ajudar nas próximas! Contribua com a nossa vaquinha on-line: http://vaka.me/974021

A União dos Movimentos de Moradia de São Paulo (UMM-SP) dá continuidade nesta terça (7/4) à ação social de distribuição de cestas básicas em regiões onde atua, com enfoque nas ocupações urbanas (de prédio e terra) favelas e mutirões autogestionários. A partir das 11h, serão entregues 1550 cestas em todas as regiões da capital paulista. Serão 300 na região Sudeste, 340 na Sul, 400 na Oeste, 110 na regial central, 250 na Leste e 150 direcionadas para população idosa.

Com uma atuação de mais de 30 anos nas periferias da cidade, a UMM está com um trabalho permanente de identificar as regiões e famílias mais vulneráveis, para que as doações cheguem em quem mais precisa. Nossas lideranças, que atuam em todas as regiões de São Paulo, estão em um intenso trabalho de levantamento de informações sobre as necessidades da população mais vulnerável, e a partir disso realiza esta ação de distribuição que visa minorar os efeitos econômico-sociais da propagação do COVID-19.

A iniciativa faz parte de um conjunto de ações dos movimentos populares urbanos para enfrentar os efeitos do COVID-19. Para além da solidariedade, precisamos seguir em luta para que o Estado cumpra seu papel, com a efetivação de políticas públicas que diminuam o impacto econômico-social no cotidiano das famílias, e uma completa mudança da política macroeconômica federal, que passe a ser orientada pelas necessidades das classes populares, e não pelos interesses do mercado financeiro. Para garantir saúde para toda a população, é fundamental, por exemplo, que todas as famílias tenham moradia digna e acesso a um sistema público de saúde universal e gratuito, de modo que junto a medidas como a “renda básica emergencial”, é preciso retomar políticas como o Minha Casa Minha Vida Entidades e derrubar a Emenda Constitucional 95. Também é preciso reforçar a luta pela função social da propriedade para que terrenos e prédios vazios possam abrigar quem não tem moradia.

Nosso trabalho de arrecadação e distribuição irá continuar nas próximas semanas e envolve a capital, a região metropolitana de São Paulo, o litoral e o Interior, pelas macrorregionais: Baixada Santista, ABC, Campinas, Americana, Sudoeste, Sertãozinho e Ribeirão Preto. Solicitamos que o apoio de toda sociedade fique ainda mais forte. Quem tiver condições de fazer uma doação, contribua com a nossa vaquinha on-line: http://vaka.me/974021

Para obter mais informações, entre em contato com um dos coordenadores abaixo:

Coordenação Executiva
Evaniza: (11) 97358-1689
Cristiane: (11) 97221-9749
Graça Xavier: (11) 99157-0100
Donizete: (11) 97230-5894
Dito: (11) 97418-7161
Sidnei: (11) 96158-2604
André: (11) 96847-1173

A UMM-SP

A UMM foi fundada em 1987 com o objetivo de articular e mobilizar os movimentos de moradia, lutar pelo direito à moradia, por reforma urbana e autogestão e assim resgatar a esperança do povo rumo a uma sociedade sem exclusão social. É uma articulação de movimentos que atuam na área de favelas, cortiços, sem-teto, mutirões ocupações e loteamentos. Sua atuação iniciou-se pela capital e Região Metropolitana e hoje atinge a outras regiões do estado. Sempre defendendo a proposta autogestionária, o direito à moradia e à cidade e a participação popular nas políticas públicas, a UMM organiza-se em torno desses princípios comuns que se traduzem em reivindicações, lutas concretas e propostas dirigidas ao poder público nas três esferas de governo. Nesse sentido, tem enfrentado as diferentes gestões, ao longo desse tempo, buscando a negociação e a ação propositiva, sem deixar de lado as ferramentas de luta e pressão do movimento popular. Desse trabalho, resulta a conquista de cerca de 30 mil moradias construídas em mutirão ao longo dessa caminhada, diversas favelas urbanizadas, prédios reformados para fins habitacionais, incidência na construção de programas e legislação habitacional, como o Minha Casa Minha Vida Entidades.

Campanha Cohab Raposo contra o Coronavírus

Não deixar faltar o prato de comida!

Diante do crescimento da pandemia no Brasil, nós do Espaço Cultural Cachoeiras, grupo formado por moradores da Cohab Raposo Tavares, nos organizamos para auxiliar as famílias comprando e entregando alimentos, material de higiene, oferecendo orientações e apoio nesse momento tão difícil.

Essa campanha tem como meta utilizar o valor para fornecer alimentação mais material de higiene por pelo menos 2 meses para até 200 famílias, e comprar material de EPI (Proteção) necessário para as pessoas que estarão trabalhando nessa ação.

As famílias que manifestarem interesse no alimento serão cadastradas para que os recursos cheguem onde é prioridade. A prestação de contas da campanha será divulgada em facebook.com/ecachoeiras

Cohab Raposo contra o Corona Vírus clique para doar 👉🏿 http://vaka.me/974776

Quer entregar uma doação de alimentos? :
Travessa Riacho Seco 53 Com Thatiane
ou na mesma rua no número 46 com Francis.
CEP 05574-420 COHAB RAPOSO TAVARES das 09h as 20h. – Contato da Campanha – 95064-3907