Mulheres na luta e resistência

Por: Imprensa CMP

No dia internacional de luta das mulheres, a CMP fez ações descentralizadas por todo o país. Na cidade de São Paulo foram realizadas mobilizações em 20 pontos, nas periferias, hospitais, viadutos e centro da cidade.

As mulheres foram às ruas para denunciar a violência e o feminicídio, somados à luta contra a fome, pela vida, vacina já para toda a população, auxílio emergencial de 600 reais até o fim da pandemia e Fora Bolsoanro.

Para Genilce Gomes, professora e militante da Central de Movimentos Populares (CMP), “é fundamental a luta das mulheres em defesa dos direitos, da vida, da vacina, do emprego e pelo fora Bolsonaro, pois são justamente as mulheres periféricas e negras as mais afetadas pelos retrocessos econômicos, políticos e sociais”.

Dia Nacional de Mobilização no DF teve também ação de solidariedade

Por: Imprensa CMP

Diversas entidades dos movimentos sindicais e populares, entre elas a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Central de Movimentos Populares (CMP), realizaram nesta quinta-feira (4) ações em várias cidades do país pelo Dia Nacional de Mobilização em Defesa das Estatais, do Serviço Público e Contra a Reforma Administrativa.

No Distrito Federal, por exemplo, foi realizado um ato político simbólico, em que os militantes dialogaram com a população sobre os prejuízos do projeto de privatização em curso no país, tendo no comando da destruição o governo Bolsonaro e de seus aliados.

Ao mesmo tempo em que acontecia o diálogo com a população, foram doadas 250 cestas básicas para catadoras e catadores de materiais recicláveis que integram o Movimento Popular por Moradia do Distrito Federal (AMORA), filiado à CMP.

A ação foi uma parceria entre a CUT e a CMP. Cristiane Santos, coordenadora da CMP/DF foi uma das organizadoras da mobilização na capital federal, “Foi uma ação de solidariedade que uniu vários sindicatos e entidades dos movimentos populares, que mostra o quanto o Estado é omisso nos seus deveres. Essa tentativa de destruição do Estado atinge diretamente os mais pobres”, afirma a dirigente da CMP.

Para salvar vidas é preciso tomar 5 medidas:

Por: Imprensa CMP

1. Acelerar a vacinação com a compra imediata de novas doses.

2. Investimento total na Fundação Oswaldo Cruz e no Instituto Butantan para produção local.

3. Decretar um lockdown nacional com suspensão das aulas presenciais em todo país.

4. Auxílio emergencial de 600 reais até o fim da pandemia.

5. Tirar Bolsonaro da presidência. Diante do pior momento da covid-19, desde o início da chegada no país, em março do ano passado, chegamos até aqui com mais de mil mortes por dia (nos últimos 43 dias), com a rede hospitalar saturada e UTIs lotadas.

Frente ao avanço do vírus nas pequenas e médias cidades, a demora da vacinação e o aparecimento de novas variantes mais letais e contagiantes, ou se implementam as 5 medidas elencadas acima ou nas próximas semanas e meses o Brasil se transformará num gigantesco cemitério para enterrar milhares de mortos, seja por causa da covid, pelo aumento da fome – devido ao desemprego – seja pela falta de um auxílio que assegure, ao menos, a alimentação.

Passado um ano de pandemia, o país continua sem um Plano Nacional de Imunização. Não tem vacina suficiente nem para os grupos prioritários, muito menos um cronograma de vacinação estabelecido.

O presidente Jair Messias Bolsonaro não pode passar impune diante dessa catástrofe humanitária, tendo em vista ser ele o principal responsável por grande parte das mortes e pelo caos econômico e social no qual o Brasil está vivendo.

Central de Movimentos Populares (CMP)

Retorno do auxílio emergencial sem tirar dinheiro da saúde e educação

Por: Imprensa CMP

A Central de Movimentos Populares (CMP), desde o início da pandemia, lutou pela garantia de um auxílio que garantisse a sobrevivência com dignidade das pessoas em estado de vulnerabilidade em todo o Brasil. Com o fim do auxílio de 600 reais, em dezembro, o povo mais empobrecido tem sido jogado na linha da extrema pobreza. Sem emprego e sem o auxílio, a fome tem aumentado em nosso país.Bolsonaro e o Congresso querem pagar só 250 reais e por apenas quatro meses.

A CMP tem se somado a várias entidades na luta pela volta urgente do auxílio emergencial de 600 reais até o fim da pandemia e, com a mesma força, denunciado a cruel artimanha do governo que, por meio da PEC de autoria do senador Márcio Bittar (MDB-AC), propõe prorrogar o direito do auxílio, mas com a condição de não cumprir a exigência mínima de gastos com Saúde e Educação na União, estados e municípios. Não vamos abrir mão e nem admitir a troca do direito ao auxílio pelos direitos sociais, conseguidos com muita luta pelo povo, pela classe trabalhadora.

O governo Bolsonaro e seus aliados se aproveitam do estado de calamidade em que estamos vivendo para, mais uma vez, colocar em prática seu projeto de destruição do Brasil. Investir nas áreas sociais é investir nas pessoas. Garantir o auxílio emergencial é dar chance à sobrevivência com dignidade. A vida em primeiro lugar e nenhum direito a menos!

Mulheres lançam manifesto pela vida e pelo fim do governo Bolsonaro

Por: Imprensa CMP

Mais de 80 organizações e entidades de movimentos sociais e populares, entre elas a CMP, lançaram, nesta terça-feira, o Manifesto 8 de Março Nacional 2021 – Mulheres na Luta pela Vida! Fora Bolsonaro, Vacina Para Toda a População e Auxílio Emergencial.

O documento convoca para o 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, e denuncia as desigualdades de classe, raça e de gênero, social agravada pela política de destruição do governo Bolsonaro, bem como a violência doméstica, política, institucional e obstétrica e reivindica, entre outros direitos, mais saúde e segurança para as mulheres.Leia a íntegra do Manifesto.

Leia a íntegra do documento, clique aqui.

Domingo de mobilização pelo Fora Bolsonaro

Por: Imprensa CMP

Diversas cidades amanheceram com carreatas e bicicletadas, neste domingo, pelo fim do governo Bolsonaro. As mobilizações de hoje engrossaram os protestos deste sábado (20, que também ganharam as ruas pelo Fora Bolsonaro, por vacina já, em defesa da vida, retorno urgente do auxílio emergencial e proteção do emprego.

No sábado, só na capital paulista, as carreatas reuniram mais de 500 veículos que saíram de 5 regiões da cidade em direção à Avenida Paulista.

O movimento é organizado pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que integram movimentos como a CUT, CTB, MST, CMP e MTST. Hoje, em Brasília, a concentração ocorreu no Eixo Monumental e seguiu com centenas de carros a caminho da Esplanada dos Ministérios.

“A cada dia que este governo permanece no poder é mais sofrimento para o povo. É desemprego, é a carestia dos alimentos, é risco de perder a vida. O momento exige distanciamento, mas exige também ampla mobilização, por isso protestamos por meio de carreatas e bicicletadas. O impeachment é a única maneira de pararmos esse governo de destruição”, afirma Raimundo Bonfim, coordenador nacional da Central de Movimentos Populares (CMP) e da coordenação da Frente Brasil Popular.

Carreatas voltam a tomar o país para pedir #ForaBolsonaro e #VacinaJá

Por: site Revista Fórum

Em várias cidades, protestos organizados por movimentos sociais e partidos políticos foram às ruas para mostrar rejeição ao presidente e ainda pedir a volta do auxílio emergencial.

As carreatas pedindo #ForaBolsonaro ganharam as ruas de várias cidades do país novamente neste sábado (20). Os protestos, organizados por movimentos sociais, como a frente Brasil sem Medo e a Central de Movimentos Populares, e partidos políticos, foram pensados desta forma como uma maneira de mostrar a insatisfação popular com o governo Jair Bolsonaro (sem partido) com menos riscos de disseminar o novo coronavírus.  As manifestações seguem neste domingo (21). Entre hoje e amanhã, os atos somam mais de 70 cidades.

O Brasil vive o pior momento da pandemia de Covid-19, com explosão de casos e redes hospitalares de vários municípios entrando em colapso. A situação se agrava com a variante brasileira, a P1, que é mais transmissível.

Além de pedir o impeachment de Bolsonaro, as carreatas também pediam vacina para todos os brasileiros e a volta do auxílio emergencial.

A principal carreata da cidade de São Paulo teve concentração na praça Charles Muller, em frente ao estádio do Pacaembu, na zona oeste da capital paulista. Assim como as demais, ela se dirigiu à avenida Paulista, percorrendo as ruas do centro, com mais de 200 veículos.

“É a voz das ruas contra esse governo da exclusão, do desemprego e da fome. Não vamos sair das ruas até que essa política que privilegia os ricos e que joga milhões de pessoas na pobreza chegue ao fim”, afirma Raimundo Bonfim, coordenador nacional da Central de Movimentos Populares (CMP).

Em Guarulhos (SP), o deputado federal Alencar Braga (PT-SP) mostrou a organização do movimento e escreveu: “Carreata #ForaBolsonaro e #VacinaJá em Guarulhos segue firme denunciando o governo genocida de Bolsonaro e seus milicos incompetentes que agora querem afundar a Petrobras depois de afundar o país”.

Mais de 70 cidades participam de atos pelo impeachment de Bolsonaro

Por: Imprensa CMP

Mais de 500 veículos integraram a carreata realizada pelas ruas do Centro da capital paulista na tarde deste sábado (20). Outras regiões da cidade de São Paulo, além de dezenas cidades em todo o Brasil também fizeram mobilizações pelo fim do governo genocida de Jair Bolsonaro. As manifestações seguem neste domingo.

Entre hoje e amanhã, os atos somam mais de 70 cidades.“É a voz das ruas contra esse governo da exclusão, do desemprego e da fome. Não vamos sair das ruas até que essa política que privilegia os ricos e que joga milhões de pessoas na pobreza chegue ao fim”, afirma Raimundo Bonfim, coordenador nacional da Central de Movimentos Populares (CMP).

Nova mobilização nesse fim de semana pelo Fora Bolsonaro

Por: Imprensa CMP

Os resultados das eleições para as Presidências da Câmara e do Senado não desanimaram o movimento Fora Bolsonaro. As Frentes Brasil Popular, Povo Sem Medo e o Movimento Eu Acredito promoverão, nos dias 20 e 21 de fevereiro, carreatas pelo Fora Bolsonaro, Impeachment Já, por todo o país.

No sábado (20), às 14h, serão realizadas quatro carreatas na capital de São Paulo, saindo de regiões da cidade em direção à Avenida Paulista. Já foram realizadas carreatas nos dias 23 e 31 de janeiro, pelo Fora Bolsonaro. Já são 68 pedidos de impeachment protocolados na Câmara dos Deputados.

A manifestação por meio de carreatas permite respeitar as regras de distanciamento social para evitar contaminação pelo coronavírus.

O movimento defende ainda a vacinação para todos, seguindo os critérios de prioridade e transparência, e a prorrogação do auxílio emergencial no valor de R$ 600 até o fim da pandemia, além da proteção aos empregos.

“O aumento do desemprego, a demora para resolver a questão da volta do auxílio emergencial e o prolongamento da crise sanitária, somados à pressão, por meio das carretas, poderão levar os deputados a instalar a comissão do impeachment”, afirma Raimundo Bonfim, coordenador da Central de Movimentos Populares e integrante da coordenação da Frente Brasil Popular.

A seguir os locais:

🚗 🚲 Carreatas e Bicicletadas Confirmadas – 19 | 20 e 21 de Fevereiro em todo o Brasil 🇧🇷 🚗 🚲

(Última atualização 18/02 | 20h40)

Sistematização: Central de Mídia das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo

19/02

SP – Diadema – Terminal Diadema | 17h

20/02 – Sábado

Norte

PA – Belém – Aldeia Cabana | 9h

Nordeste

CE – Fortaleza – Lagoa de Messejana, em frente à estátua de Iracema | 15h

SE – Aracaju – Orla do Bairro Industrial, em frente ao Alma Viva | 8h30

PI – Teresina – Terminal de Integração Livramento, Dirceu I | 8h

Centro-Oeste

MT – Cuiabá – Av. do CPA, em frente a Casa da Democracia | 8h

Sudeste

MG – Belo Horizonte – Praça da Estação| 14h

MG – Contagem – Riacho | 10h

MG – Montes Claros – Praça Itapetinga| 08h30

MG – Ribeirão das Neves – Av. Presidente Juscelino Kubitschek, atrás da UPA Acrizio Menezes (Justinópolis) | 10h

MG – Uberlândia – Terminal Planalto | 15h

RJ – Campos dos Goytacazes – Praça São Salvador | 9h

SP – Arujá – Rua Serra dos Canudos, Mirante ao lado da EE Geraldo Barbosa de Almeida | 8h

SP – Campinas – Concentração no Largo do Pará | 10h

SP – Ferraz –  Avenida Gov. Jânio Quadros, 2191 (altura do Ethernety Motel) | 9h

SP – Guarulhos – Base Áerea de Cumbica, Av. Papa João Paulo I, altura do 5000 | 10h

SP – Itaquaquecetuba – Rodovia Alberto Hinoto, altura da Marfinite | 8h30

SP – Jacareí – Parque da Cidade | 9h30

SP – Mogi das Cruzes –  Concentração na Avenida Cívica | 9h

SP – Piracicaba – Concentração no Bolsão do Estacionamento da Estação Paulista | 9h

SP – Poá – Av. Vital Brasil (divisa com Itaquaquecetuba) | 9h30

SP – São José dos Campos – Estádio Martins Pereira | 9h

SP – São Paulo – Praça Charles Miller, estacionamento do Pacaembu | 14h

SP – São Paulo – Largo do Socorro, Av. Vitor Manzini  | 14h

SP – São Paulo – Em frente a entrada Noroeste do estacionamento da Neo Química Arena (Corinthians) | 14h

SP – São Paulo – Estrada do Sabão, 800, em frente ao Sacolão Municipal, em direção a Av. Paulista | 14h

SP – São Paulo – Praça Elis Regina, Butantã | 12h30

SP – São Bernardo – Concentração na Rua Odeon (Colégio Vereda) – Ferrazópolis | 13h

SP – Santo André – Em frente à CUT Subsede ABC, Avenida Artur de Queirós, n. 52, Bairro Casa Branca | 13h30

SP – Sorocaba – Concentração em frente à Prefeitura (Av. Eng. Carlos Reinaldo Mendes, 3041 – Alto da Boa Vista) | 10h

SP – Suzano – Avenida Brasil (altura do Pq. Max Feffer) | 10h30

Sul

PR – Curitiba – | 15h

———

21/02 Domingo

Norte

Nordeste

CE – Juazeiro do Norte – Praça Isabel da Luz, Pirajá | 9h

PE – Recife – Fabrica da Macaxeira, Av. Norte | 9h

PB – João Pessoa – Rua Aderbal Piragibe, Rua do Centro Administrativo Estadual, Jaguaribe, rumo a Praça Manuel Pereira Junior (Praça Bela) | 8h30

RN – Natal – Acesso de Mãe Luiza, via Costeira | 8h30

Centro-Oeste

DF – Brasília – Palácio do Buriti | 10h

MS – Campo Grande – Av. Gury Marques entre a Rodoviaria e o Terminal Guaicurus | 10h

Sudeste

ES – Vitória – Ginásio do Tancredão | 9h

MG – Divinopolis – Mercado Distrital| 10h

MG – Uberaba – Uberabão | 10h

RJ – Niterói – Praça da Cantareira | 9h

RJ – Rio das Ostras – Orla de Rio das Ostras, saída perto do Mirante Costa Azul | 9h

RJ – Rio de Janeiro – Monumento Zumbi, em direção à Madureira | 10h

RJ – Teresópolis – Praça da escola Sakura, Ermitage | 9h30

SP – Araçatuba – Av. Odorindo Perenha, ao lado do Supermercados Rondon Lj. 04 | 9h30

SP – Itapevi – APEOESP, Rua Ezequiel Dias Siqueira, 178 Jd. Rainha | 9h

SP – Marília – Av. Durval de Menezes, 1141, em frente à EMEF Prof. Antonio Moral | 9h

SP – Ribeirão Preto – Concentração em frente à Câmara Municipal (Avenida Jerônimo Gonçalves, 1200 – Centro) | 9h

SP – Rio Preto – Av. Fausto Sucena Rasga, esquina Rua Santa Paula no Parque Residencial Lauriano Tebar | 9h

SP – Santos – Avenida Mário Covas, em frente ao OGMO | 15h

Sul

PR – Cascavel – Centro Universitário da FAG | 9h

SC – Araranguá – Sede AMESC, Av. XV de Novembro, Mato Alto | 9h

SC – Blumenau – Prefeitura de Blumenau | 9h30

SC – Brusque – Pavilhão da Fenarreco | 9h30

SC – Criciuma – Praça da Chaminé (bairro Próspera) | 9h

SC – Florianópolis – Estacionamento da Beira Mar de São José, nos fundos da Millium (Para quem mora no Continente) | 9h30

SC – Florianópolis – ALESC (Para quem mora na Ilha) | 9h30

SC – Itajaí – Prefeitura de Itajaí | 14h

SC – Joinville – Arena Joinville | 9h30

SC – Lages – Praça João Costa, Centro | 15h

SC – Mafra – Praça dos Correios | 9h

SC – Palhoça – Estacionamento da Prefeitura | 8h30

SC – Rio do Sul –  Parque Municipal | 13h30

RS – Porto Alegre –  Parque Harmonia, com largada às 11h em direção à região central| 10h

Movimentos populares pressionam governo e Congresso pela prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600 enquanto durar a pandemia

Por: Imprensa CMP

Com mais de 230 mil mortes por covid-19 e passando dos 9,5 milhões de casos de infecção pelo coronavírus – grande parte por omissão e descaso do governo Jair Bolsonaro – partidos de oposição, frentes, movimentos sociais e populares, entre eles a Central de Movimentos Populares (CMP), lutam pela garantia do auxílio emergencial no valor de R$ 600 até o fim da pandemia.

Na manhã desta terça-feira, integrantes da Frente Brasil Popular, da qual a CMP faz parte, se reuniram para, entre outras pautas, definir ações que intensifiquem a pressão para que se garanta o valor de R$ 600 e não os R$ 200 que Bolsonaro está propondo, e por apenas três meses.

A proposta do governo de agora remete à mesma apresentada de 2020 e recusada por movimentos e partidos que representam a classe trabalhadora. Na época, Bolsonaro propôs R$ 200 porque estava sob pressão, mas não queria dar valor nenhum. Com muita luta conseguiu-se a liberação dos R$ 600, considerados insuficientes, mas que atendem necessidades mínimas para que o povo viva com o mínimo de dignidade.

Sem o auxílio emergencial, milhões de pessoas votaram a passar fome e a viver em situação de vulnerabilidade. Cortado em dezembro do ano passado, a falta do auxílio tem aumentado os índices de pobreza e de miséria no país. São cerca de 63 milhões de brasileiros vivendo abaixo da linha da pobreza (com até R$ 178 mensal por pessoa) e outros 20 milhões de brasileiros vivendo abaixo da linha da pobreza extrema (com até R$ 89,00 mensal por pessoa), um cenário de abismo social sem precedente na história do país.

“Temos um quadro assustador de morte no nosso país, mais de 14 milhões de desempregados, a pobreza e a miséria aumentando cada dia e o presidente da República preocupado em liberar a compra de armas, invadir terras indígenas, grilar terras, favorecer o agronegócio. Essas são as prioridade do governo Bolsonaro. Quem tem fome tem pressa. O povo precisa da volta do auxílio já”, defende Raimundo Bonfim, coordenador nacional da CMP.

Partidos de oposição e movimentos populares lutam também por uma renda básica permanente. Nessa quarta-feira (10), na Câmara dos Deputados, a Frente pela Renda Básica no Congresso Nacional e movimentos populares como a CMP promovem ato em defesa da aprovação da prorrogação do auxílio emergencial no valor de R$ 600 até o fim da pandemia e, em seguida, a aprovação de um projeto estruturado de renda básica permanente.

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